Fortalecimento dos músculos pode substituir cirurgia nos joelhos


Pesquisadores analisaram recuperação após substituição do joelho.Resultados saíram no periódico Arthritis Care and Research.

Um novo estudo sugere que um programa cuidadosamente focado de fortalecimento muscular pode fazer uma importante diferença em como os pacientes se recuperam de uma cirurgia de substituição de joelho. Pacientes que se submeteram a seis semanas de fortalecimento muscular progressivo focado no quadríceps se saíram muito melhor que pacientes que receberam o tratamento convencional. O estudo aparece na edição de fevereiro da publicação "Arthritis Care & Research". De acordo com o estudo, quase 500 mil substituições de joelho são realizadas anualmente nos Estados Unidos. Enquanto os procedimentos reduzem a dor e devolvem grande parte da mobilidade, os pacientes muitas vezes relatam que ainda enfrentam problemas com movimentos como andar e escalar. Para o estudo, mais de 200 pacientes foram divididos em três grupos e receberam diferentes tratamentos por cerca de quatro semanas após a cirurgia. Um grupo recebeu tratamento convencional, incluindo reabilitação interna e fisioterapia. Outro recebeu o fortalecimento de quadríceps. O terceiro recebeu o fortalecimento de quadríceps, combinado com estímulos elétricos para contrair os músculos. Enquanto os estímulos elétricos não pareceram fazer diferença, disseram os pesquisadores, o fortalecimento muscular aparentemente trouxe os pacientes de volta a um nível de funcionamento quase normal para sua idade.

Fim da barriga????


Essa semana um amigo veio pedir minha ajuda para perder a famosa barriga. Ele queria um milagre, queria perder a barriga em 3 meses. Isso seria mesmo um milagre, principalmente no caso dele rs. Sedentário, adora comer e beber.

O milagre que ele queria era as famosas aplicações de Lipostabil.

Expliquei que seria melhor mudar seu estilo de vida, mudando sua alimentação e praticando atividade física. Esse é o caminho mais saudável e mais barato a pequeno, médio e longo prazo.

E ele teimoso continuou insistindo nas famosas injeções. Mas tenho quase certeza que vai mudar de idéia rs.

Assim, vi a necessidade de trazer informações sobre esse tipo de medicação.


O Lipostabil (fosfatidilcolina), medicamento injetável que vem sendo utilizado para a redução de gordura localizada, teve sua venda e utilização proibidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).


Aventis Pharma, laboratório responsável pelo produto, informa que a fosfatidilcolina é um medicamento cardiológico indicado para o tratamento e profilaxia de embolia gordurosa. Ela afirma também que devido à ausência de estudos clínicos para a indicação estética, não há como assegurar a eficácia e a segurança do produto, via aplicação subcutânea, sem que haja riscos em relação a dissolução exagerada de gordura ou a desnutrição de outros tecidos além das células adiposas". Além disso, existem riscos conhecidos da fosfatidilcolina apresentados como náuseas, queimação, anorexia, diarréia, depressão, ganho de peso, arritmias, hipotensão e fraqueza.


Nos Estados Unidos, o Lipostabil não é aprovado pelo FDA, a agência de controle de remédios e alimentos. A Sociedade Americana de Cirurgia Plástica alertou para o fato de que o único estudo sobre a utilização com fins estéticos da substância, feito com trinta pessoas, não tem validade científica.


Corridaaaa




Preparem-se para uma das corridas noturnas de São Paulo.




Técnica Reconstrução Músculo Articular ajuda a melhorar problemas relacionados à coluna

Diminuição de força e resistência muscular contribui para aumento de processos degenerativos da coluna vertebral em idosos

No decorrer do processo de envelhecimento acontece uma perda natural de força muscular, sendo mais rápida a partir dos 65 anos de idade, especialmente em quem não pratica atividades físicas regularmente. Por causa da dor, muitas vezes constante, alguns idosos se automedicam e acabam não praticando atividades físicas por acharem que não podem. O declínio da força muscular – aproximadamente entre 12% a 15% por década – somado à falta de condicionamento físico traz sérias consequências à autonomia funcional dos idosos, reduzindo sua capacidade de realizar atividades da vida diária e influenciando diretamente na sua qualidade de vida.
“A diminuição de força e de resistência muscular têm contribuído significativamente para o acréscimo e aceleração dos processos degenerativos da coluna vertebral em idosos, como: artrose, hérnia de disco, protusão discal, etc. No entanto, temos observado em nossos pacientes, principalmente os que estão na fase final do tratamento de Reconstrução Músculo - Articular da Coluna Vertebral - RMA, uma dupla satisfação: melhoria da dor com o fortalecimento muscular específico na musculação e uma percepção de aumento de força e de independência para as atividades da vida diária”, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta e fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
Segundo estudos, a musculação tem sido utilizada como uma das intervenções mais eficientes para o aumento da força muscular. Fiatarone et al (1994) através de análise por tomografia computadorizada encontraram, após 10 semanas de treino de força em idosos debilitados e com idade acima de 70 anos, aumento médio da força em cerca de 114% nos membros inferiores.
“Se o idoso tem uma dor que não é incapacitante, ele deve tratá-la e iniciar uma atividade física bem orientada. Isso vai ao encontro de diversos estudos que afirmam: com tratamento adequado e exercícios físicos regulares, a população irá envelhecer com maior qualidade de vida e sem dores na coluna”, afirma o fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
Tratamento convencional combinado com exercícios
O primeiro passo para quem busca colocar a coluna em ordem é fazer uma boa avaliação, identificando as causas da dor. São feitos testes ortopédicos e fisioterapêuticos específicos, de mobilidade, de força, de alongamento muscular e do sistema nervoso para saber qual é a situação clínica do paciente. Com o quadro definido, o tratamento é iniciado.
A Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA Vertebral une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilizer - equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen, e exercícios de musculação. A união de todos esses fatores permite que o paciente não tenha mais dor e inicie um trabalho focado no fortalecimento dos músculos posturais.
“A Hérnia de Disco, por exemplo, atinge cerca de 5,4 milhões de pessoas no Brasil segundo dados do IBGE. No entanto, muitos ainda têm dúvidas em relação ao melhor tipo de tratamento, mesmo com dados indicando que apenas 5% das hérnias precisam de cirurgia. Se as pessoas começarem a se preocupar antes da melhor idade e fizerem tratamento preventivos, provavelmente, os processos degenerativos da coluna serão menores”, completa Helder Montenegro.
Fonte: Agência Brasilera de Notícias

Como afastar a preguiça dos treinos

Esta é para vários alunos e amigos ... rsrsrs
Varie os estímulos e não se deixe abater pela preguiça no meio do treino
Faltam só 10 minutos para terminar a etapa da esteira , mas você interompe o exercício mesmo sabendo que o corpo aguentava pelo menos mais uns 20 minutos de caminhada. O comportamento é típico de quem cansa a cabeça antes das pernas, trapaceando na academia e atrasando o alcance das metas.

Ninguém precisa amar de paixão ir para academia.
Mas estando lá, vale a pena se esforçar um tiquinho extra para ter um treino eficaz. Só o fato de você ter disposição para sair de casa e encarar a malhação já é um grande passo. Agora, aprenda algumas dicas para driblar a falta de motivação e dar mais pique ao corpo.
Um professor para chamar de seu
Procure academias que consigam fazer um atendimento personalizado e que demonstrem comprometimento com os alunos. Já que é fácil se dispersar e logo falta vontade para completar a série inteira, o ideal é ter alguém sempre por perto fazendo a avaliação e dando aquele incentivo.
Quando a turma é muito numerosa e o professor não pode dedicar muito tempo para cada um, fica mais fácil passar despercebido e "matar o treino". "A metodologia da academia para esse perfil de aluno deve ser semelhante a de um personal trainer. O treinamento deve ser checado com o aluno e adequado de acordo com as necessidades dele a cada dia".
Um passinho de cada vez
Não caia na besteira de estipular metas exageradas do tipo: "em vinte dias, estarei com uma barriga tanquinho". Isso só vai gerar frustação e, por fim, desistência. "Os objetivos verdadeiros nunca são alcançados imediatamente. É preciso de pelo menos três meses para enxergar os resultados".
Chega para lá no tédio
Fazer sempre a mesma rotina de treino, enjoa mesmo. Então, a saída é diversificar. Construa um plano junto com o professor para alternar séries e exercícios e sair da mesmice. "No caso do treino cardiorespiratório, é possível realizar 5 minutos na bicicleta, 5 minutos na esteira, 5 minutos de step... em vez de ficar sempre no mesmo aparelho", diz Aristides. "Na musculação, as séries também podem ser bem alternadas e variadas. Assim, o aluno se concentra e se empenha mais".
Dicas de motivação
1. Não deixe de ir à academia na segunda-feira, isso o motivará no restante da semana;
2. Convoque um parceiro de treino para que um incentive o outro;
3. Estipule uma meta possível de ser atingida para não gerar grandes expectativas e acabar frustrado;
4. Se você malha depois do trabalho, não passe em casa, vá direto para a academia;5. Procure uma academia que ofereça um atendimento personalizado e que priorize o comprometimento com os alunos.

Frio e poluição traz riscos a quem se exercita em ruas de tráfego intenso

Corrida perigosa
A baixa umidade e a inversão térmica típicas do inverno, que dificultam a dispersão dos poluentes, são um problema e tanto para quem pratica atividades físicas ao ar livre, principalmente em áreas de tráfego intenso. "Durante os exercícios, a quantidade de ar inalada é até vinte vezes maior que em repouso", explica Paulo Zogaib, fisiologista e médico do esporte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "O aumento no volume de gases nocivos aspirados nesta época do ano pode causar a contração dos brônquios, o que diminui a capacidade respiratória." Segundo o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, do Instituto do Coração (Incor), meia hora de atividades em regiões com grande concentração de monóxido de carbono, gás tóxico emitido pelos escapamentos dos carros, equivale a fumar dez cigarros. "Alguém com problema cardiovascular está arriscado a sofrer uma arritmia cardíaca e até morte súbita."
Os poluentes também comprometem o rendimento. Foi o que mostrou uma pesquisa conduzida pelo professor de fisiologia da Unifesp Raul Santo. Ele levou 25 bombeiros saudáveis, não fumantes e que faziam exercícios regularmente a um teste físico nos municípios de Bertioga e Cubatão. O resultado foram uma frequência cardíaca mais elevada e um aumento maior da pressão arterial após a prova realizada em Cubatão, cidade com altos níveis de contaminação do ar, em comparação com o registrado em Bertioga. "A poluição exige uma sobrecarga do organismo", diz Santo. "Gasta-se muito mais energia para realizar o mesmo trabalho." Para a analista financeira Meire Mombeli, que costuma correr no canteiro central da Avenida Professor Luís Inácio de Anhaia Melo, na Zona Leste, o ar fica um pouco melhor pela manhã, quando há menos carros na via. "Mas, mesmo que eu tenha de me exercitar no fim da tarde, acho mais interessante do que ir para a academia", conta. "Correr na esteira é muito monótono."
Há quem desista de se exercitar nas ruas por causa da qualidade do ar. A estudante Caroline Aburaya trocou as avenidas do Butantã pelo Parque Villa-Lobos depois de ficar com a garganta irritada. "É muito mais estimulante, dá para sentir o cheiro da vegetação", afirma. Em áreas verdes, a situação não é animadora. Um estudo da engenheira florestal Ana Paula Garcia Martins, doutoranda do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Universidade de São Paulo (USP), mostrou que cascas de árvores situadas nas bordas dos parques Ibirapuera, Aclimação, Luz, Previdência e Trianon apresentam três vezes mais concentração de ferro, zinco, enxofre e cobre que as da vegetação localizada no centro desses mesmos lugares. "Como as pistas de corrida normalmente ficam próximas às áreas externas, as pessoas acabam respirando ar contaminado como quem está do lado de fora", diz Ana Paula. É importante frisar que ninguém precisa deixar de fazer exercícios em ruas e parques por causa desses problemas. "A 150 metros de grandes avenidas, o ar já apresenta uma melhora considerável", afirma o médico Paulo Saldiva, coordenador do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da USP.
Fonte: Veja.com.br

Padrões respiratórios na prática de Pilates


Assim como a ioga, a técnica do pilates dá grande atenção à forma de respirar.
Os padrões respiratórios preconizados pelas duas práticas buscam uma respiração mais completa, que preencha totalmente a cavidade pulmonar. Mas há duas diferenças básicas na forma de se obter isso. Diferentemente da ioga, o processo ideal do pilates não é todo feito pelo nariz, apenas a inspiração -a expiração é sempre pela boca. A intenção é expulsar uma maior quantidade de ar com pressão e força.
A pressão é feita expulsando o ar com os lábios contraídos, como quando assopramos para apagar uma vela. Essa forma de soltar o ar com força aciona a musculatura profunda do abdômen.
A outra diferença importante é que, no pilates, a respiração não é abdominal ou diafragmática, embora esse músculo seja acionado. Há três formas de respirar: na parte alta do tórax, na parte baixa da caixa torácica (costelas inferiores) ou na cavidade abdominal.
Na respiração alta, não utilizamos toda a capacidade pulmonar e acionamos musculaturas erradas, acumulando tensão nos ombros e no pescoço. Na respiração abdominal, os músculos do abdômen e da região lombar relaxam, dificultando a estabilização do corpo.
O padrão respiratório proposto pelo pilates é chamado respiração tridimensional: a caixa torácica é empurrada para o lado e para trás, com a ação do diafragma e dos músculos intercostais, mas os músculos abdominais e do assoalho pélvico mantêm-se contraídos.

Fonte: Revista Pilates